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Força Sindical protesta contra o trabalho escravo e a escala 6×1 em Salvador

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O ato ocorreu na estação do metrô do Iguatemi e mobilizou diversas entidades sindicais

Representantes da Força Sindical Bahia e de diversos movimentos sociais participaram, na tarde desta quarta-feira (28), um ato político na estação do metrô do Iguatemi, em Salvador, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A mobilização denunciou a permanência de casos de trabalho escravo no país e defendeu o fim da escala 6×1.

Durante o ato, o presidente da Força Sindical Bahia, Emerson Gomes, destacou a luta permanente da Central contra o trabalho escravo e em defesa do trabalho decente. “Não medimos esforços para denunciar qualquer prática que desrespeite os direitos e a dignidade dos nossos trabalhadores e trabalhadoras. A Força Sindical está vigilante e a classe trabalhadora pode contar conosco nessa luta”, afirmou.

A dirigente nacional da Força Sindical e representante da Central na Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae), Kizzy Adriana, também participou do ato e ressaltou o compromisso da entidade com a defesa da classe trabalhadora. “A Força Sindical tem um compromisso histórico com a luta contra o trabalho escravo, pela garantia do trabalho decente e pelo fim da escala 6×1. Seguiremos firmes na defesa dos direitos e da dignidade da classe trabalhadora”.

A coordenadora da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae), Hildete Emanuele, destacou durante o ato que a Coetrae é composta por entidades sindicais e Secretarias do Estado. “Estamos aqui por uma causa, que é a causa da erradicação do trabalho escravo, que atinge as pessoas mais vulneráveis da nossa sociedade. Devido à vulnerabilidade social, se submetem às relações de trabalho análogas à escravidão”.

A atividade contou com relatos de vítimas e apresentação teatral de mulheres que, através da dramaturgia, abordaram as “cicatrizes” do trabalho doméstico. O ato prestou uma homenagem aos auditores fiscais que travam uma luta diária para erradicar o trabalho escravo na Bahia e estavam representados pelo Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba).

 

 

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