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Trabalhadores da construção pesada reivindicam 7% de reajuste salarial

Cerca de 2 mil trabalhadores saíram em Caminhada do Campo da Pólvora ao Dique do Tororó Trabalhadores da construção pesada que atuam em importantes

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Cerca de 2 mil trabalhadores saíram em Caminhada do Campo da Pólvora ao Dique do Tororó

Trabalhadores da construção pesada que atuam em importantes obras do estado lançaram, na manhã desta quarta-feira (14), no Campo da Pólvora, a Campanha “Jornada Menor, Vida Melhor” para reivindicar reajuste salarial de 7%, redução da jornada de trabalho, assistência médica e odontológica; aumento de 35% no valor da cesta básica; participação nos lucros e resultados (PLR) na CCT; saúde e segurança no trabalho e a manutenção de todas as cláusulas da convenção coletiva de trabalho.

O setor conta com mais de 20 mil trabalhadores, distribuídos em obras estratégicas de energia eólica, energia fotovoltaica e linhas de transmissão, além de grandes intervenções urbanas. A campanha contempla trabalhadores das obras do VLT, BRT, do metrô, saneamento básico, terraplanagem, dentre outras.

“Vendemos nossa mão de obra e trabalhamos com qualidade. Por isso, precisamos melhorar a qualidade de vida dos nossos trabalhadores e trabalhadoras. Nossa luta é diária! O setor de infraestrutura ocupa papel central na economia do nosso país. Somos os peões da construção!”, destacou o presidente do Sintepav-BA, Irailson Gazo.

O presidente da Força Sindical Bahia, Emerson Gomes, salientou durante a mobilização a importância dos trabalhadores da construção pesada para a economia do estado e à geração de emprego e renda. “Estamos em um momento político decisivo para a classe trabalhadora. Unidade, luta e viva os trabalhadores da construção pesada!”, pontuou o dirigente, acompanhado do vice-presidente da Força Sindical, Eustácio Lopes.

O diretor do Sintepav-BA e senador suplente de Jaques Wagner, Bebeto Galvão, salientou que a mobilização faz parte de um calendário político dos trabalhadores da construção pesada e disse que o lema da campanha dialoga com a necessidade do fim da escala 6 por 1. “A gente trabalha para viver. O trabalhador precisa ter direito ao lazer e ao descanso com a família e os filhos”.

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