Força Sindical Bahia ressalta que a defesa da classe trabalhadora transcende fronteiras e destaca a importância das centrais sindicais

Força Sindical Bahia ressalta que a defesa da classe trabalhadora transcende fronteiras e destaca a importância das centrais sindicais
A Argentina viveu neste mês de fevereiro uma forte paralisação nacional contra a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei. O movimento culminou em uma greve geral de 24 horas em 19 de fevereiro, convocada pelas principais centrais sindicais do país, a CGT e a CTA. A adesão foi estimada em 90%, paralisando setores críticos como transporte, comércio e operações portuárias.
Diante desse cenário, a Força Sindical Bahia reafirma seu apoio à classe trabalhadora Argentina e ressalta a importância da solidariedade internacional entre os trabalhadores.
“A luta da classe trabalhadora não conhece fronteiras. Estamos juntos com nossos irmãos e irmãs da Argentina, que enfrentam uma reforma que ameaça direitos fundamentais. Como Karl Marx disse: ‘Proletários de todos os países, uni-vos!’ A solidariedade entre as centrais sindicais é essencial para fortalecer a luta”, destaca o presidente da Força Sindical Bahia, Emerson Gomes.
A greve teve impactos significativos, incluindo o cancelamento de mais de 80 voos entre Brasil e Argentina e confrontos em Buenos Aires, onde a polícia utilizou gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes.

Os principais pontos da reforma incluem a possibilidade de jornadas de trabalho de até 12 horas, alterações no esquema de demissões e a flexibilização de férias e licenças médicas. Enquanto o governo defende a reforma como uma necessidade para a recuperação econômica, os sindicatos a veem como um retrocesso nos direitos trabalhistas.
A mobilização continua e a Força Sindical Bahia reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos trabalhistas e com a luta da classe trabalhadora do Brasil, da Argentina e de qualquer país, pois a nossa luta é internacional, não tem fronteiras.

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