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Força Sindical participa da Marcha 8M em defesa da vida das mulheres e pelo fim da escala 6×1

A Força Sindical Bahia participou, na manhã deste domingo (8), da Marcha 8M realizada na Barra, em Salvador, em alusão ao Dia Internacional da Mulhe

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A Força Sindical Bahia participou, na manhã deste domingo (8), da Marcha 8M realizada na Barra, em Salvador, em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Dirigentes e militantes da central estiveram presentes com faixas e camisas destacando a importância da luta contra o feminicídio e do fim da escala 6×1. Com o mote “Mulheres Vivas, em Luta e Sem Medo: por Democracia com Soberania, pelo Bem Viver, Fim do Feminicídio e da Escala 6×1”, a Marcha reuniu diversos movimentos sociais, sindicais e organizações da sociedade civil em defesa de mais políticas públicas de proteção às mulheres e de repúdio aos casos recorrentes de feminicídio.

A Força Sindical Bahia planeja, organiza e constrói coletivamente com os movimentos sociais, políticos e sindicais o processo do 8M, participa das reuniões e mobilizações de organização do ato. A central reforçou que atua durante todo o ano em defesa das mulheres trabalhadoras, lutando em prol de igualdade salarial entre homens e mulheres, pelo fim da escala 6×1 e por mais políticas públicas de proteção às mulheres vítimas de violência.

A secretária estadual de Mulheres da Força Sindical Bahia, Maria do Amparo, destacou o compromisso permanente da central com a pauta das trabalhadoras. “A Força Sindical tem um trabalho contínuo em defesa das mulheres. Estamos nas ruas para denunciar a violência, combater o feminicídio, o assédio, e exigir mais políticas públicas de proteção. Também lutamos por igualdade salarial e por respeito às mulheres no ambiente de trabalho”, afirmou.

A dirigente nacional da Força Sindical, Kizzy Adriana, que também participou da mobilização, ressaltou a importância da organização das mulheres e da unidade dos movimentos sociais. “O 8 de Março é um dia de luta e reflexão. Precisamos fortalecer a mobilização para enfrentar o feminicídio, combater o assédio e garantir igualdade salarial entre homens e mulheres. Ainda há muitas desigualdades e por isso é fundamental ampliar políticas públicas de proteção e valorização das trabalhadoras”, disse.

A presidenta do Sindicato dos Comerciários de Ilhéus, Crismélia Silva, participou do ato e disse que a entidade tem levantado uma luta contra o feminicídio no Sul da Bahia devido aos casos recorrentes de mulheres assassinadas.

” Pedimos que as leis mudem para que esses homens sejam punidos, para que eles não fiquem soltos. Estamos nessa luta para que as leis do país mudem  e para que esses homens sejam punidos  porque o homem que mata uma mulher, e não merece estar na sociedade”, pontuou Crismélia Silva.

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